sábado, 26 de julho de 2008

sonhos, dores, desenganos...


Outra vez, as coisas ficam fora do lugar quando então, começo a me sentir em casa... Outras cores, novos planos, sonhos, dores, desenganos... Os dias lembram alguém que nunca sai da mente, me deprime, me derruba e depois reza por mim. Eu tinha que renunciar, agradar, obedecer, vencer como todos desejavam... Mas sempre soube exatamente como perder. E se a gente perder que seja derrota suada, sofrida, roubada...De mão beijada nem a pau! Me esforço, me lanço, me queimo no fogo, insisto, resisto, invisto no jogo, sem cartas na mesa certeza nenhuma... Eu me joguei num labirinto, deixei de lado o que eu sinto, tão cego que ficava impossível ir além do raso. E se pudesse levava até a saudade, mas deixou... Impregnada em cada fração de mim... Explode em silêncio a frase pronta que você lançou: "O tempo sempre cura toda e qualquer dor... de amor"

fechando e abrindo a geladeira a noite.

(letras de Jay Vaquer)

Um comentário:

Anônimo disse...

falou tudo, simplesmente